Acolhimento de Seg a Sex das 09:00 as 20:00
Uma psicologia próxima da realidade
Meu trabalho dentro da AMUC é consequência direta da forma como compreendo a psicologia: uma prática que não deve se limitar apenas ao consultório, mas permanecer próxima da vida real, das relações humanas e dos desafios concretos enfrentados pelas pessoas todos os dias.
Desde os primeiros anos da minha formação, desenvolvo projetos voltados à saúde mental, acolhimento e fortalecimento comunitário. Atualmente atuo junto à AMUC como:
Secretário de Relações Institucionais;
Psicólogo do grupo terapêutico;
Coordenador e supervisor do Projeto Madrinhas.
Meu trabalho dentro da instituição envolve tanto a escuta clínica quanto a construção de estratégias coletivas de cuidado, acolhimento e organização comunitária.
Grupo Terapêutico
Dentro da AMUC, coordeno grupos terapêuticos voltados ao acolhimento emocional, elaboração coletiva do sofrimento e fortalecimento dos vínculos humanos.
O grupo funciona como um espaço de escuta, troca e reflexão, onde diferentes experiências podem ser compartilhadas de forma ética, responsável e humana.
Minha atuação nesse contexto busca integrar clínica, comunidade e realidade social, aproximando a psicologia das experiências concretas da vida cotidiana.
Projeto das Madrinhas
O Projeto Madrinhas surgiu como uma proposta de acolhimento comunitário voltada especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade e sofrimento relacionado ao câncer.
Como coordenador e supervisor do projeto, desenvolvo:
formação de voluntárias;
protocolos de acolhimento;
fluxos institucionais;
supervisão de casos;
ferramentas de acompanhamento;
e estratégias de articulação entre comunidade, instituição e cuidado psicológico.
O projeto busca construir uma rede humana de apoio baseada em presença, escuta, responsabilidade e solidariedade.
Relações Institucionais e Desenvolvimento Comunitário
Além da atuação clínica, também sou responsável por parte da organização institucional da AMUC, auxiliando no desenvolvimento de:
projetos;
formulários;
sistemas de acompanhamento;
produção de dados;
palestras;
ações comunitárias;
e articulações com escolas, profissionais e instituições da região.
Acredito que a psicologia também deve ocupar espaços coletivos e participar ativamente da construção de comunidades mais humanas, acessíveis e conscientes.